Copper2Fiber - Soluções de Conectividade, Lda.
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PORTUGAL

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Quando aplicável a sistemas de cablagem estruturada, o termo Categoria refere-se à performance individual dos componentes que compõem a mesma (cabo, tomada, patch cord e conector).

A Multimedia Connect possui toda a gama de componentes oferecendo uma performance que ultrapassa largamente as característcas mínimas exigidas pelos standards de referência EN-50173 e ISO-11801.

 

Em sistemas de cablagem estruturada, o termo Classe refere-se à performance do link obtido, através da utilização dos componentes utilizados na mesma (cabo, tomada, patch cord e conector) e, não menos importante, a capacidade do instalador no manuseamento e interligação dos referidos componentes.

Os produtos da Multimedia Connect possuem certificações de sistema Classes D, E, Ea, F e Fa validadas pelos laboratórios Delta e 3P.

 

Depende do tipo de mistura.

Existem duas grandes famílias de cabos de fibra óptica; monomodo e multimodo.

Se bem que na família monomodo (também conhecida por singlemode) existam duas classes; OS1 e OS2, a mistura indiferenciada dos 2 tipos de cabos afecta praticamente apenas a atenuação do link global.

Já no que diz respeito aos cabos multimodo não deverão ser misturados cabos (e patch cords) com diâmetros de núcleos diferentes, nomeadamente 62,5/125μm (OM1) e 50/125μm (OM2, OM3 ou OM4).
Apesar de tecnicamente serem possíveis algumas misturas, deverá sempre ser usado um núcleo uniforme ao longo do link.
De acordo com as boas práticas, à data, deverão ser usados apenas cabos multimodo OM3 e/ou OM4 (estes para virem a suportar aplicações 40G e 100G Ethernet).

A Multimedia Connect tem no seu portfolio cabos de fibra óptica dos diferentes tipos  e em diferentes tipos de construção.

 

É um mecanismo que permite alimentar equipamentos terminais através do tradicional cabo de pares trançados, evitando assim ter de levar um circuito de energia junto ao equipamento terminal.

Na primeira versão (anterior ao Gigabit Ethernet), o PoE foi implementado nos dois pares não usados da transmissão Fast Ethernet. Contudo, com o advento da transmissão Gigabit Ethernet onde são usados os 4 pares em simultâneo, houve necessidade de rever o mecanismo atendendo à inexistência de pares vagos.

Os produtos de cobre da Multimedia Connect (cabos e conectores), cumprem as normas para poder suportar aplicações PoE.

É uma opção que depende essencialmente da infra-estrutura de suporte uma vez que possúem ambos requisitos técnicos opostos.

Os codificadores H.264 (codecs) implementam um mecanismos de compressão mais compacto que permite reduzir o tráfego na rede. Contudo requerem do lado do equipamento terminal (monitor, video server. etc.) uma maior capacidade de processamento.

Por seu lado os codecs MPEG4 implementam um mecanismo de compressão menos compacto o que implica menos necessidade de processamento no equipamento terminal mas ocupam mais largura de banda na rede.

As câmaras da ACTi suportam os dois codecs (em funcionamento separado ou simultâneo), o que permite ao instalador seleccionar o que mais se adapte ás características da instalação.

 

Codec é a abreviação inglesa do termo Coder/Decoder (Codificador/Descodificador) usado para referir um mecanismo de transmissão com compressão de dados. Para reduzir a quantidade de informação que circula na rede e/ou que é armazenada, os sistemas de transmissão de video IP comprimem a informação enviada, usando algoritmos especificamente desenhados para o efeito.

Os codecs desenvolvidos pela ACTi incorporam algoritmos de alta eficiência, contribuindo desse modo para a redução do tráfego na rede.

Sim. Tratando-se de um sistemas de videovigilância é recomendável que estes estejam sempre em funcionamento. Além de evitar uma cablagem de energia até cada câmara, permite que estas sejam alimentadas através unicamente do cabo trançado usado simultaneamente para a transmissão de dados.

Por outro lado e de acordo com as boas práticas de instalação, a existência de sistemas de alimentação socorrida que deve equipar os racks, garante que além dos equipamentos activos aí instalados e ligados às câmaras continuem a funcionar em caso de falha de energia, também as câmaras continuem a trabalhar normalmente.

Outra grande vantagem tem a ver com a necessidade eventual de desligar/ligar a câmara o que sem a utilização de sistemas PoE pode significar deslocações a locais de difícil acesso (tectos, postes, etc.).

As câmaras da ACTi suportam PoE.

Não é assim tão simples e na maioria das vezes é algo que não é devidamente tido em conta nos projectos. O switch ou injector PoE, identificados pelo standard alicável com PSE, deverá ter a capacidade de fornecer a energia requerida pelo equipamento a alimentar; câmara, AP, telefone IP, etc (identificados pelo standard alicável como PD).

O standard PoE refere 5 Classes de consumo (0 a 4) pelo que o equipamento (PSE) deverá ser escolhido em função do consumo de cada câmara e do número de câmaras a alimentar.

A título de exemplo se for necessário um switch que tenha a capacidade de alimentar 10 câmaras PoE com uma classe de consumo Classe 3, esse switch terá de ter uma fonte de alimentação superior a 154W, uma vez que cada porta Classe 3 deverá ser capaz de fornecer 15,4W.

Caso viesse a ser escolhido um equipamento (PSE) Classe 2, bastante mais económico uma vez que cada porta não consegue fornecer mais de 7W (num total de 70W), as câmaras não iriam funcionar.

Para mais informação sobre como escolher um equipamento PoE consulte a secção Power Over Ethernet.

A Allied Telesis possúi uma vasta gama de switches e injectores PoE.

Sim. Basta ligar as câmaras analógicas a encoders IP e a partir daí, usar os mecanismos de transmissão habituais como se de uma câmara IP se tratasse.

A ACTi possui encoders de 1, 4 e 8 portas coaxiais.

Embora muitas vezes mal interpretada, a garantia de Sistema nada tem a ver com a garantia dos componentes.

Os sistemas de cablagem estriuturada da Multimeda Connect cobertos por uma garantia de sistema de 25 anos quando solicitado por um Instalador Certificado.

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