Copper2Fiber - Soluções de Conectividade, Lda.
R. Comendador Alvaro Vilela, 19, Tercena
2730-059 BARCARENA
PORTUGAL

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Encontre aqui as respostas às suas dúvidas relativamente às cablagens em par trançado

Quando aplicável a sistemas de cablagem estruturada, o termo Categoria refere-se à performance individual dos componentes que compõem a mesma (cabo, tomada, patch cord e conector).

A Multimedia Connect possui toda a gama de componentes oferecendo uma performance que ultrapassa largamente as característcas mínimas exigidas pelos standards de referência EN-50173 e ISO-11801.

 

Em sistemas de cablagem estruturada, o termo Classe refere-se à performance do link obtido, através da utilização dos componentes utilizados na mesma (cabo, tomada, patch cord e conector) e, não menos importante, a capacidade do instalador no manuseamento e interligação dos referidos componentes.

Os produtos da Multimedia Connect possuem certificações de sistema Classes D, E, Ea, F e Fa validadas pelos laboratórios Delta e 3P.

 

Em sistemas de cablagem estruturada o termo Aplicação refere-se aos mecanismos de transmissão usados. Exemplos de aplicações são a Ethernet, ATM, Token Ring, etc.

Todas as Aplicações necessitam uma performance mínima do link (Classe) que é conseguida tipicamente através da qualidade dos produtos (Categoria). Uma das características importantes das aplicações é o BER (Bit Error rate) que especifica a quantidade de erros que uma transmissão pode ter por unidade de tempo sem que tal afecte a sua funcionalidade. Uma cablagem estruturada indevidamente instalada ou sujeita a fontes de ruído circundante significativas pode originar a que uma aplicação não funcione ou funcione indevidamente.

São cabos de alumínio revestidos a cobre.

Apesar do seu mais baixo custo não é recomendável a utilização destes cabos pela fraca rigidez mecânica do alumínio e pela maior resistência eléctrica que acrescentam ao link, situação particularmente indesejável essencialmente quando se usam aplicações Power over Ethernet, provocando o aquecimento dos cabos.

A Multimedia Connect não comercializa cabos CCA.

São cabos cuja baínha é composta por materiais isentos de halogéneos (fluor, cloro, etc.)e propagadores de baixos fumos, contrariamente aos cabos com revestimento em PVC, normalmente mais baratos, mas que emanam esses gases de elevada toxicidade e que são os principais causadores das mortes em caso de incêndio.

De acordo com a norma Portuguesa ITED/ITUR os cabos LSZH são obrigatórios em instalações de acesso público.

Os cabos da MMC são LSZH.

São cabos com uma baínha de polietileno particularmente indicados para aplicações de outdoor uma vez que oferecem uma excelente resistência à água e a ultra-violetas.

São fabricados normalmente em côr preta.

A MMC possui uma vasta gama de cabos com revestimento PE. 

Não.

Apesar de muitos utilizadores associarem a Categoria 6 ao Gigabit Ethernet esta noção está completamente errada. Gigabit Ethernet é uma aplicação Classe D, o que significa que necessita de um canal que suporte 100MHz para funcionar convenientemente. Tipicamente a aplicação Gigabit Ethernet requer apenas 62,5MHz de largura de banda para funcionar correctamente o que significa que funciona perfeitamente num canal implementado com hardware Cat5e instalado de acordo com as boas práticas e cujo teste do link tenha uma performence Classe D comprovada.

Para os menos atentos a estas questões convém salientar que a Categoria 5 foi reajustada para a Categoria 5e, não na largura de banda mas sim optimização da interferência entre pares, designada por diafonia (ou NEXT na terminologia inglesa como é mais conhecida).

Contudo de acordo com a norma Portuguesa ITED/ITUR apenas deverão ser efectuadas instalações com componentes Cat6.

A Multimedia Connect possui sistemas de cablagem estruturada, Cat5e, Cat6, Cat6a, Cat7 e Cat7a.

É um número preocupante. Os dB's aplicados a sistemas de cablagem reflectem a relação entre o sinal de entrada e o de saída. É uma medida logaritmica e não linear como habitualmente se usa, pelo que cresce/decresce de uma forma digamos que "preocupante".

Dizer que um link (cobre ou fibra) tem uma atenuação de 3dB significa que o sinal chega ao destino com metade da amplitude.

Um exemplo mais fácil de entender pode ser ilustrado de uma forma simplista com a rede eléctrica. Se numa tomada de energia onde normalmente existem 230V, houver uma atenuação de 3dB, significa que a tomada irá ter apenas 115V, ou seja, uma lâmpada iria iluminar cerca de metade do que iluminaria normalmente. 

Tire as suas dúvidas sobre fibra óptica.

Depende do tipo de mistura.

Existem duas grandes famílias de cabos de fibra óptica; monomodo e multimodo.

Se bem que na família monomodo (também conhecida por singlemode) existam duas classes; OS1 e OS2, a mistura indiferenciada dos 2 tipos de cabos afecta praticamente apenas a atenuação do link global.

Já no que diz respeito aos cabos multimodo não deverão ser misturados cabos (e patch cords) com diâmetros de núcleos diferentes, nomeadamente 62,5/125μm (OM1) e 50/125μm (OM2, OM3 ou OM4).
Apesar de tecnicamente serem possíveis algumas misturas, deverá sempre ser usado um núcleo uniforme ao longo do link.
De acordo com as boas práticas, à data, deverão ser usados apenas cabos multimodo OM3 e/ou OM4 (estes para virem a suportar aplicações 40G e 100G Ethernet).

A Multimedia Connect tem no seu portfolio cabos de fibra óptica dos diferentes tipos  e em diferentes tipos de construção.

 

Sim. Fisicamente os adaptadores são idênticos sendo diferenciados apenas pela côr. Embora não seja perceptível os adaptadores monomodo permitem inclusivé uma melhor adaptação da ferrule uma vez que são mais precisos pela necessidade de alinhar núcleos de 9um.

O mesmo já não se aplica à utilização de adaptadores multimodo com conectores monomodo (sejam eles PC ou APC). Embora fisicamente parecidos, os adaptadores multimodo são menos precisos não sendo por isso indicados para utilização com componentes monomodo.

São cabos que não incorporam elementos metálicos.

Uma vez que uma das vantagens das fibras ópticas é o isolamento galvânico entre dois pontos, a utilização de cabos sem qualquer continuidade eléctrica (o que não acontece nos cabos com armaduras metálicas) permite implementar ligações completamente isoladas entre os locais.

Um dos argumentos que tem sido usado a favor dos cabos com armaduras metálicas e que se prende com uma maior protecção contra roedores, tem vindo a perder algum peso através da incorporação de varas de aramide e kevlar nas contruções dieléctricas.

A Multimedia Connect possui uma vasta gama de cabos de fibra óptica com construção dieléctrica.

É uma pergunta que requer uma resposta ponderada.

Não existe à data nenhum standard internacional que caracterize um cabo como anti-roedor.

Existe sim algum concenso entre fabricantes relativamente a alguns tipos de construção dos cabos que oferecem protecção acrescida contra roedores e que permite de algma foma agrupá-los.

Embora de uma forma jocosa, não se pode dizer que o cabo do fabricate A suporte mais dentadas de um rato que um cabos com a mesma construção de um fabricante B, uma vez que não existe um standard que caracterize tal situação.

A construção que oferece uma maior protecção contra roedores é o cabo armado constituido por uma bainha de aço corrogado, que contudo apresenta a desvantagem de não garantir isolamento galvânico antre os dois pontos, facto que caracteriza as vantagens da fibra óptica.

A Multimedia Connect possui uma vasta gama de cabos dieléctricos e armados que conferem diferentes níveis de protecção contra roedores.

Descubra aqui as respostas ás questões que sempre o questionaram.

Sendo um componente passivo, tecnicamente falando a resposta é - Não. Quando se refere que uma antena tem ganho está-se a falar relativamente a uma antena dipolo e comparando a cobertura desta com outra que não irá conseguir cobrir os mesmo parâmetros de radiação electromagnética.

Quando se diz que por exmplo uma antena omnidireccional tem um determinado ganho comparada com outra, tal significa que terá maior ou menor cobertura vertical ou horizontal que a outra.

A Allied Telesis possúi no seu portfolio um vasto conjunto de soluções wireless ponto a ponto e ponto-multiponto com e sem antenas integradas com gestão autónoma e/ou centralizada.

Não. O número de AP’s a instalar para cobrir um determinado sector deverá ser o mínimo possível uma vez que de acordo com a norma “b/g” a 2,4GHz e a mais vulgarizada, deverá ser mantida uma separação de 5 canais para evitar interferências o que leva à utilização de apenas 3 canais não sobrepostos e livres de interferências.

A norma “a” a 5GHz e menos congestionada, permite a utilização de 8 canais não interferentes, contudo os equipamentos que suportam a norma “a” são menos vulgares.

A Allied Telesis possui no seu portfolio um vasto conjunto de AP’s wireless.

O que é ? Para que serve? Como se especifica?

É um mecanismo que permite alimentar equipamentos terminais através do tradicional cabo de pares trançados, evitando assim ter de levar um circuito de energia junto ao equipamento terminal.

Na primeira versão (anterior ao Gigabit Ethernet), o PoE foi implementado nos dois pares não usados da transmissão Fast Ethernet. Contudo, com o advento da transmissão Gigabit Ethernet onde são usados os 4 pares em simultâneo, houve necessidade de rever o mecanismo atendendo à inexistência de pares vagos.

Os produtos de cobre da Multimedia Connect (cabos e conectores), cumprem as normas para poder suportar aplicações PoE.

As chamadas de voz estão a passar para IP

Não.

A utilização de VOIP (Voice over IP) requer alguns componentes por forma a compatibilizar o mundo analógico com o mundo digital (IP).

Numa empresa não basta instalar telefones IP na rede sendo requerido instalar uma central IP-PBX ou equivalente que receba linhas tradicionais (analógicas ou RDIS) e faça o interface com os telefones IP. mapeando a numeração tradicional em endereços IP.

Algumas soluções mais avançadas permitem que o interface ao operador seja apenas IP (IP trunk) evitando desse modo interfaces de entrada tradicionais.

Um dos factores a ter em conta é a necessidade de garantir qualidade de serviço (QoS) na rede uma vez que a voz é uma aplicação de tempo real e bastante sensível à perda de pacotes.

Para evitar esta situação a rede tem de ser configurada por forma a garantir uma largura de banda mínima para as aplicações de voz, sendo tal conseguido usando switchs que suportem VLAN's e QoS.

A Allied Telesis possui uma vasta gama de switchs com capacidade de suporte de aplicações VOIP.

 

Câmaras, Gravadores, Aplicações.

É uma opção que depende essencialmente da infra-estrutura de suporte uma vez que possúem ambos requisitos técnicos opostos.

Os codificadores H.264 (codecs) implementam um mecanismos de compressão mais compacto que permite reduzir o tráfego na rede. Contudo requerem do lado do equipamento terminal (monitor, video server. etc.) uma maior capacidade de processamento.

Por seu lado os codecs MPEG4 implementam um mecanismo de compressão menos compacto o que implica menos necessidade de processamento no equipamento terminal mas ocupam mais largura de banda na rede.

As câmaras da ACTi suportam os dois codecs (em funcionamento separado ou simultâneo), o que permite ao instalador seleccionar o que mais se adapte ás características da instalação.

 

Codec é a abreviação inglesa do termo Coder/Decoder (Codificador/Descodificador) usado para referir um mecanismo de transmissão com compressão de dados. Para reduzir a quantidade de informação que circula na rede e/ou que é armazenada, os sistemas de transmissão de video IP comprimem a informação enviada, usando algoritmos especificamente desenhados para o efeito.

Os codecs desenvolvidos pela ACTi incorporam algoritmos de alta eficiência, contribuindo desse modo para a redução do tráfego na rede.

Sim. Tratando-se de um sistemas de videovigilância é recomendável que estes estejam sempre em funcionamento. Além de evitar uma cablagem de energia até cada câmara, permite que estas sejam alimentadas através unicamente do cabo trançado usado simultaneamente para a transmissão de dados.

Por outro lado e de acordo com as boas práticas de instalação, a existência de sistemas de alimentação socorrida que deve equipar os racks, garante que além dos equipamentos activos aí instalados e ligados às câmaras continuem a funcionar em caso de falha de energia, também as câmaras continuem a trabalhar normalmente.

Outra grande vantagem tem a ver com a necessidade eventual de desligar/ligar a câmara o que sem a utilização de sistemas PoE pode significar deslocações a locais de difícil acesso (tectos, postes, etc.).

As câmaras da ACTi suportam PoE.

Não é assim tão simples e na maioria das vezes é algo que não é devidamente tido em conta nos projectos. O switch ou injector PoE, identificados pelo standard alicável com PSE, deverá ter a capacidade de fornecer a energia requerida pelo equipamento a alimentar; câmara, AP, telefone IP, etc (identificados pelo standard alicável como PD).

O standard PoE refere 5 Classes de consumo (0 a 4) pelo que o equipamento (PSE) deverá ser escolhido em função do consumo de cada câmara e do número de câmaras a alimentar.

A título de exemplo se for necessário um switch que tenha a capacidade de alimentar 10 câmaras PoE com uma classe de consumo Classe 3, esse switch terá de ter uma fonte de alimentação superior a 154W, uma vez que cada porta Classe 3 deverá ser capaz de fornecer 15,4W.

Caso viesse a ser escolhido um equipamento (PSE) Classe 2, bastante mais económico uma vez que cada porta não consegue fornecer mais de 7W (num total de 70W), as câmaras não iriam funcionar.

Para mais informação sobre como escolher um equipamento PoE consulte a secção Power Over Ethernet.

A Allied Telesis possúi uma vasta gama de switches e injectores PoE.

Sim. Basta ligar as câmaras analógicas a encoders IP e a partir daí, usar os mecanismos de transmissão habituais como se de uma câmara IP se tratasse.

A ACTi possui encoders de 1, 4 e 8 portas coaxiais.

Armários de telecomunicações ao encontro das necessidades dos utilizadores

O termo rack refere-se a armários para alojamento de equipamentos e sistema de cablagem

Estão disponíveis tradicionalmente em modelos de 10", 19" e 23" sendo os racks de 19" os mais vulgarizados.

A C2F fabrica racks murais de 6, 9, 12 e 15U e de pavimento em 20, 24, 33, 42 e 47U complementados por um vasto conjunto de acessórios.

Os túneis de contenção são configurações de racks instalados em corredores fechados por formas a poder controlar os fluxos de ar quente e frio para optimizar a refrigeração dos equipamentos.

Os racks C2F da série Advanced de 42 e 47U estão pré-preparados para instalação em túneis de contenção. Para mais informação contacte-nos.

Dos media converters aos switches Layer 3. Esclareça as suas dúvidas.

Embora muitas vezes referidos como tal, tecnicamente falando não. Um media converter tal como o nome indica limita-se a converter meios de transmissão fisicamente distintos sem alterar os parâmetros de comunicação (Ex. Par trançado para fibra, Par trançado para coaxial), nomeadamente a velocidade, ou seja por exemplo um sinal entra por um dos lados em par trançado e sai do outro lado em fibra óptica à mesma velocidade.

Atendendo à miniaturização, muitos fabricantes introduziram no mercado equipamentos com o mesmo formato mas que permitem alterar velocidades nos dois extremos o que, embora se trate realmente de switches de 2 portas, levou a uma banalização do termo media converter.

A Allied Telesis possui os dois tipos de conversores.

Não. Os switchs sem gestão devem ser usados apenas em soluções domésticas.

Apesar de muitas vezes os clientes finais não terem sensibilidade para estas situações, num ambiente empresarial é importante garantir uma elevada prestação da rede pelo que apenas um equipamento com gestão permite obter essa informação e localizar eventuais pontos de falha.

Actualmente um switch com gestão custa pouco mais que um modelo sem gestão, pelo que não compensa correr o risco de ter uma má performance da rede e não saber qual a origem do problema.

A Allied Telesis tem uma vasta gama de switchs com diferente número de portas e capacidade de processamento.

A importância dos testes em cablagens de cobre

Embora muitas vezes mal interpretada, a garantia de Sistema nada tem a ver com a garantia dos componentes.

Os sistemas de cablagem estriuturada da Multimeda Connect cobertos por uma garantia de sistema de 25 anos quando solicitado por um Instalador Certificado.

Sim. Cabe exclusivamente ao Instalador a emissão de documentos que atestem a conformidade dos links de qualquer Sistema de Cablagem Estruturada com os standards de referência.

Para o efeito deverá usar um equipamento de certificação que produza testes em conformidade com os standards aplicáveis e com data de calibração válida e de acordo com as especificações do respectivo fabricante.

Embora muitas vezes algumas entidades passem a ideia para o mercado que é o fabricante que tem de atestar a conformidade do link, na verdade quem atesta a conformidade deste é o equipamento de certificação realizado pelo instalador.

Os componentes que fazem parte dos sistemas de cablagem da Multimedia Connect possúem certificação individual de componentes pelo que, desde que instalados de acordo com as recomendações do fabricante, são passíveis de ser facilmente aprovados pelos equipamentos de Certificação.

Embora muitas vezes misturados, os conceitos de Certificação e Garantia nada têm a ver entre si. Alguns fabricantes tentam misturá-los no sentido de forçar os instaladores a usar apenas a sua solução o que de alguma forma é compreensível, contudo convém desmistificar do ponto de vista estritamente técnico esta confusão.

Certificação – É o acto de testar um link de cablagem estruturada e garantir que o mesmo está conforme as especificações dos standards de referência ISO/IEC 1801 e/ou EN-50173. O processo passa por submeter o link a um teste de conformidade com o modelo exigido e verificar se o link suporta as características eléctricas mínimas exigidas pelo modelo /Ex. Classe D, E, OF-300, etc.).

Garantia – É a responsabilização do fabricante que o link respeita o modelo do standard elegido para qualquer aplicação existente ou que venha a existir em conformidade com este. Como é evidente os fabricantes reservam-se o direito de garantir apenas esta conformidade para os produtos por si fabricados e instalados por entidades a quem reconhecem capacidade para a correcto manuseamento dos mesmos.

Os sistemas de cablagem da Multimedia Connect estão cobertos por uma garantia de 25 anos quando solicitado e desde que instalados um um Instalador Certificado.Para mais informações sobre a garantia de sistema  contacte-nos.

Sim. É a garantia perante o cliente final que o fabricante do sistema de cablagem lhe reconhece as competências necessárias para manusear e instalar correctamente os diversos componentes da marca para poder vir a obter um sistema de cablagem estruturada de elevadas prestações.

A Multimedia Connect possui um programa de instaladores certificados. Para mais informações sobre o programa de Instalador Certificado contacte-nos.

Medidores de potência, Certificadores, OTDR's. O que usar?

Um OTDR é um equipamento que permite verificar as características dos sinais ópticos ao longo da fibra. Usa um mecanismos semelhante ao radar - Emite um sinal e analiza o eco (características e tempo).

Desadaptações ao longo da fibra como fusões, uniões ou curvas excessivamente apertadas causam reflexões do sinal, sendo que a análise matemática destas permite calcular a distância até ao evento e o tipo de anomalia detectada. Contrariamente aos outros equipamentos de teste de fibra, o OTDR não necessita de instalar qualquer equipameno remoto.

A Ideal Networks possui OTDR's com a melhor relação preço/performance do mercado. Para mais informações contacte-nos.

É um equipamento composto por uma fonte óptica calibrada e um medidor óptico.

A leitura no medidor indica as perdas no link, pelo que sabendo o comprimento deste é possível saber se irá cumprir as normas de referência para a aplicação em causa.

A Ideal Networks possui medidores de potência e fontes calibradas de diversos comprimentos de onda. Para mais informações contacte-nos.

É um equipamento que permite aferir a conformidade de um link óptico com os standards de referência. É composto por uma unidade central e uma remota que efectua testes bidireccionais sobre as fibras em teste, gerando relatório de conformidade com as aplicações que a mesma poderá vir a suportar.

A Ideal Networks possui Certificadores Ópticos com a melhor relação preço/performance do mercado. Para mais informação contacte-nos. 

Para que serve? Os componentes e o desenho de soluções.

É um sistema de difusão sonora para espaços públicos. Este tipo de soluções caracteriza-se por separação em zonas e pela distribiução do sinal sonoro para os altifalantes a 100V no sentido de permitir atingir maiores distâncias.

A CAE Group possui um vasto leque de soluções Public Address.

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